
Nome, WhatsApp e e-mail. Leva trinta segundos, e você entra direto no grupo. É lá que o link da aula vai sair.
Não é opinião nem promessa de palestrante. São três números públicos que qualquer um pode conferir.
Enquanto você lê isto, existe uma família com laudo na mão e pedido indeferido. O que separa essa família do benefício é técnica. Não é sorte, e não é sorte de perito.
O caso de BPC para autista tem três armadilhas. Na frente de qualquer uma delas o advogado comum devolve a pasta para a família. E as três têm resposta técnica.
E o caso vai embora. Só que nível de suporte não é critério legal de deficiência: a lei fala em impedimento de longo prazo. É exatamente nesse ponto que mora a maior parte dos indeferimentos que dá para reverter.
Ele olha o valor bruto e encerra a conversa. Não sabe que os gastos permanentes com o tratamento entram na conta, nem que os tribunais já flexibilizaram esse critério há tempos.
Ele trata a perícia como sentença. Ela é uma peça, e é a peça mais frágil do processo quando você chega com o dossiê biopsicossocial montado do jeito certo.
Cada “não” desses é um benefício que existia e não foi concedido. Os três têm resposta técnica, e é exatamente isso que as quatro horas entregam: o que sustentar, com qual base, e em que ordem.
Cada bloco resolve uma das objeções que fazem o caso ser recusado. Na ordem em que elas aparecem na vida real.
A caracterização jurídica que segura o pedido em pé mesmo nos casos de nível 1 de suporte, os que mais são recusados na porta do escritório.
O que fazer quando a conta bruta reprova a família: o que abater, o que comprovar e como documentar o gasto real com o tratamento.
A avaliação biopsicossocial na prática: o que anexar, como conduzir a família antes da perícia e onde o perito costuma errar.
O documento que define o critério que os peritos deveriam seguir, e que a maioria dos advogados do outro lado nunca abriu.
Um caso do escritório do Dr. Carlos aberto do começo ao fim, do laudo ao recurso, com o raciocínio explicado em voz alta a cada decisão.
Aula ao vivo existe para isso: você traz o seu caso travado e pergunta. Não é vídeo gravado com comentário sem resposta.
Eu não escolhi esse nicho por estratégia de mercado. Ele chegou pela minha própria história. O que eu vi, ano após ano, foram famílias batendo de porta em porta e ouvindo que o caso era difícil demais.
Nos últimos anos, mais de mil pedidos de BPC para autistas foram aprovados no meu escritório. Boa parte deles depois de dois, três indeferimentos, com a família já conformada de que não ia dar.
Não tem segredo. Tem critério. E critério se ensina em quatro horas.
Não são depoimentos de aluno. São clientes do escritório: os casos que outros advogados recusaram.
“Fui em vários advogados para conseguir o BPC de meu esposo depois que o INSS negou duas vezes.”
Benefício garantido.
“Comecei a tentar o BPC em 2022, fiz todo o processo sozinha: foi negado. Tentei de novo: negado.”
BPC ativo desde 12/08/2025, com retroativos. “Indico de olhos fechados.”
“Outros advogados não queriam pegar a minha causa por minha filha ser nível 1 e meu esposo trabalhar de carteira assinada.”
Conquistamos o BPC.
“Me sinto acolhida no caso que ele advoga sobre o processo da minha filha com autismo nível 3.”
Profissional que realmente se importa com cada família.
“Indiquei o Dr. Carlos para a minha prima que precisava do BPC para o filho autista.”
Benefício aprovado. “Isso mudou a vida deles.”
Já foi, sim. A edição de junho custou R$ 57,90. Esta é gratuita porque o objetivo agora é outro: abrir o método para o maior número possível de advogados e formar o grupo. Não tem cartão, não tem lote, não tem letra miúda.
A aula é ao vivo no dia 03 de setembro, das 18h30 às 22h30. Quem estiver no grupo do WhatsApp recebe os avisos sobre replay por lá, mas o valor real está no ao vivo, que é onde você pergunta sobre o seu caso e recebe resposta na hora.
BPC para TEA é um sub-nicho do previdenciário. Se você vem de outra área, vai aprender bastante, mas seja honesto consigo: ainda vai precisar construir a base previdenciária em paralelo. A aula encurta o caminho, não substitui a base.
O conteúdo é de atuação jurídica e pressupõe OAB ativa. Você é bem-vindo a assistir, mas boa parte do que for discutido não vai ser aplicável ao seu trabalho.
É justamente o caso que a aula mais trata. Nível de suporte não é critério legal de deficiência: a lei fala em impedimento de longo prazo, e é aí que cai a maior parte dos indeferimentos. O primeiro bloco das quatro horas é inteiro sobre como sustentar isso.
Dá, e é o melhor uso da aula. Traga um deles: nas quatro horas você vai conseguir identificar qual critério faltou no dossiê e o que precisa ser refeito antes do recurso.
O ideal é sim. O conteúdo é encadeado: o dossiê do terceiro bloco usa o que foi construído no primeiro e no segundo. Entrar só no final é pegar a resposta sem a pergunta.
Assim que você se inscrever, é direcionado para o grupo do WhatsApp. É lá que o link e todos os avisos vão sair. Por isso o cadastro leva você direto para o grupo.
Ao vivo e de graça, com o microfone aberto. O grupo do WhatsApp tem limite de participantes. Quando encher, encheu.
Nome, WhatsApp e e-mail. Leva trinta segundos.